Electricidade francesa suspeita de espionagem
Manuel Paulo
A empresa estatal EDF, distribuidora de electricidade em França, poderá estar envolvida em três casos de espionagem a seus funcionários e a organizações ambientalistas.
Em 2006, através da empresa suíça de segurança Securewyse, a EDF terá apoiado uma operação de vigilância a um seu funcionário, Stéphane Lhomme, por coincidência - ou talvez não -, porta-voz da associação anti-nuclear Sortir du Nucléaire.
Segundo o semanário satírico Le Canard Enchainé, Stéphane, em Maio de 2006 e Março de 2008, foi vigiado pela DST, a contra-espionagem francesa.
Na origem da medida, a suspeita do funcionário poder estar envolvido no desaparecimento de um relatório, classificado de confidencial, do Ministério da Defesa francês.
No documento confirmava-se que, os reactores nucleares de terceira geração EPR construídos em França, não resistiriam ao embate de um avião de carreira comercial.
Mais espionagem
Segundo o Le Canard, contra a EDF já foram movidos dois outros processos, estes por piratagem informática ao computador de Yannick Jadot, um ex-responsável da secção francesa da organização Greenpeace.
De realçar o facto desta organização ambientalista já ter estado sob vigilância dos serviços secretos franceses, em consequência de actividade desenvolvida por membros seus contra projectos da EDF.
O semanário parisiense acrescenta que, outras operações da DST foram desenvolvidas contra instalações da Greenpeace em Couëron, na região da Bretanha.
No local armazenavam-se materiais e eram dados cursos de formação a membros da organização.
Num comunicado distribuído à Comunicação Social francesa, a Associação Sortir du Nucléaire informou ir mover processos contra a EDF e a DST, no Tribunal de Nanterre.
Manuel Paulo
A empresa estatal EDF, distribuidora de electricidade em França, poderá estar envolvida em três casos de espionagem a seus funcionários e a organizações ambientalistas.
Em 2006, através da empresa suíça de segurança Securewyse, a EDF terá apoiado uma operação de vigilância a um seu funcionário, Stéphane Lhomme, por coincidência - ou talvez não -, porta-voz da associação anti-nuclear Sortir du Nucléaire.
Segundo o semanário satírico Le Canard Enchainé, Stéphane, em Maio de 2006 e Março de 2008, foi vigiado pela DST, a contra-espionagem francesa.
Na origem da medida, a suspeita do funcionário poder estar envolvido no desaparecimento de um relatório, classificado de confidencial, do Ministério da Defesa francês.
No documento confirmava-se que, os reactores nucleares de terceira geração EPR construídos em França, não resistiriam ao embate de um avião de carreira comercial.
Mais espionagem
Segundo o Le Canard, contra a EDF já foram movidos dois outros processos, estes por piratagem informática ao computador de Yannick Jadot, um ex-responsável da secção francesa da organização Greenpeace.
De realçar o facto desta organização ambientalista já ter estado sob vigilância dos serviços secretos franceses, em consequência de actividade desenvolvida por membros seus contra projectos da EDF.
O semanário parisiense acrescenta que, outras operações da DST foram desenvolvidas contra instalações da Greenpeace em Couëron, na região da Bretanha.
No local armazenavam-se materiais e eram dados cursos de formação a membros da organização.
Num comunicado distribuído à Comunicação Social francesa, a Associação Sortir du Nucléaire informou ir mover processos contra a EDF e a DST, no Tribunal de Nanterre.

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